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Betoneira Elétrica ou a Gasolina: Qual Escolher para a Obra?

A betoneira certa já escolheu — falta o motor. Elétrica ou a gasolina? Ao contrário do que parece, a resposta não está na máquina: está na obra. Uma pergunta decide tudo.

A Pergunta: Há Corrente na Obra?

Se há tomada a menos de uma extensão de distância, a elétrica ganha sem discussão:

  • Liga e amassa — sem combustível, arranques nem afinações;
  • Silenciosa — os vizinhos (e os ouvidos) agradecem;
  • Sem fumos — pode trabalhar em caves e espaços fechados;
  • Manutenção quase nula e custo por amassadela mínimo.

Quando a Gasolina se Impõe

Obra sem eletricidade — terrenos, muros de quinta, construções novas antes da baixada:

  • Autonomia total em qualquer lugar;
  • Potência constante independente da rede;
  • Contrapartida: ruído, fumos, combustível e manutenção de motor.

O Truque de Quem Já Fez as Contas

Se a falta de corrente é pontual, pondere betoneira elétrica + gerador: o gerador serve a betoneira hoje e as restantes ferramentas da obra amanhã — dois problemas resolvidos com um investimento.

Perguntas Frequentes

A elétrica liga a um gerador?
Sim — dimensionado com folga para o arranque do motor; dizemos-lhe quantos kVA.

A gasolina amassa mais depressa?
Não por ser gasolina — o que conta é o tambor e a rotação; a diferença está na autonomia.

E manutenção?
Elétrica: quase nada. Gasolina: óleo e filtros como qualquer motor — a nossa oficina trata.

Massa à Primeira

Na Bernardinos temos betoneiras elétricas e a gasolina, e os geradores para as acompanhar. Conte-nos como é a obra — e leve a combinação certa!

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