Já lhe contámos porque é que o compressor é o pulmão de qualquer oficina. Hoje vamos ao passo seguinte: escolher a capacidade e a potência certas — os dois números que separam um compressor que dá gosto usar de um que fica sempre aquém.
Depósito: os Litros Certos
- 6–24 L — insuflar pneus, agrafar, pequenos trabalhos com pistola de sopro;
- 50 L — o equilíbrio para bricolage séria: pintura pontual, ferramentas pneumáticas ligeiras;
- 100–200 L ou mais — oficina e uso profissional: chaves de impacto, pintura contínua, jato de areia.
O Número que Quase Todos Ignoram: o Débito
Mais importante do que os cavalos é o débito de ar (L/min). Some o consumo das ferramentas que vai ligar e garanta que o compressor debita com folga acima desse valor — é isso que evita paragens constantes para encher o depósito.
Com Óleo ou Sem Óleo?
Sem óleo: manutenção zero e ar limpo, ideal para uso doméstico e pintura. Com óleo: mais longevidade em uso intensivo. Temos um artigo dedicado a esta escolha — não perca!
Perguntas Frequentes
Que compressor para pintar?
Prefira depósito de 50 L ou mais e débito folgado — a pintura exige ar contínuo e estável.
Que pressão preciso?
A maioria das ferramentas trabalha a 6–8 bar — qualquer bom compressor cobre; o débito é que manda.
Monofásico chega?
Até aos depósitos médios, sim; para oficinas com consumo elevado, considere trifásico.
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