Na hora de investir num varejador de azeitona, a grande dúvida é quase sempre a mesma: bateria ou gasolina? Ambos fazem cair a azeitona a um ritmo impressionante, mas servem perfis de utilização diferentes. Vamos diretos ao assunto!
Varejador a Bateria: Leve e Silencioso
É a escolha da maioria dos olivicultores portugueses. As vantagens são claras:
- Peso reduzido — menos fadiga ao fim de um dia de colheita;
- Silencioso e sem fumos — trabalha-se melhor e sem incomodar;
- Manutenção mínima — sem velas, filtros nem misturas;
- Ótima Autonomia — as baterias atuais aguentam uma longa jornada de apanha, e com uma bateria suplente nunca fica parado.
(CLIQUE NOS PRODUTOS PARA SABER MAIS)
Varejador a Gasolina: Potência com Autonomia Ilimitada
Para olivais grandes e dias inteiros de colheita, o motor a combustão continua a ter os seus argumentos:
- Potência superior em copas densas e variedades mais difíceis de soltar;
- Autonomia ilimitada — basta reabastecer e continuar;
- Robustez comprovada em utilização profissional.
Em contrapartida, é mais pesado, mais ruidoso e exige manutenção regular!
(CLIQUE NOS PRODUTOS PARA SABER MAIS)
Então, Qual Escolher?
A nossa regra prática, depois de décadas a equipar quem apanha azeitona: até algumas centenas de árvores, bateria; apanha profissional e intensiva, gasolina. Se a colheita se estende por semanas seguidas, o motor a gasolina compensa; para o olival familiar, o conforto da bateria ganha sempre.
Perguntas Frequentes
As baterias aguentam o frio da apanha?
Sim. Guarde-as em local seco durante a noite e carregue-as antes de cada jornada de trabalho.
Posso usar a mesma bateria noutras máquinas?
Em muitas marcas, sim — a mesma bateria serve tesouras de poda, sopradores e outras ferramentas da gama.
Veja e Experimente na Bernardinos
Na Bernardinos encontra varejadores a bateria e a gasolina, com assistência técnica própria e todos os acessórios de apanha — panos, redes e baterias suplentes. Visite-nos e veja por si!





Comentários
Deixe o seu comentário!